sábado, 7 de maio de 2011

Desestressando + Parto passo a passo

Oi meninas!! Tudo bem com vcs?? Maria Luisa ainda aqui na barriga e eu já desistindo de ficar ansiosa...confesso, no Google já li várias coisas que podem acelerar o parto, mas desisti. Limpei a casa, montei o kit berço, tomei chá mate, chá de romã e nada.

Deixa ela nascer qdo tiver de ser, né? Essas meninas dos signos de terra sabem o que querem e quando querem (eu sei pq eu sou capricorniana...rsrsrs)

Dai resolvi relaxar, mudar de foco, ler sobre o assunto (pq é impossível desviar dele, né?) mas algo que realmente seja útil.

Ah sim, só pra atualizar vocês, não estive no médico na sexta feira, nos deram o recado errado na quinta, lá no Santa Helena. Ainda bem que eu telefonei pro consultório antes de chegarmos lá e a secretária avisou que sexta é dia do meu osbtetra trabalhar no hospital, não está em consultas.

Dai, se tudo continuar como está (inclusive a Malu na barriga) iremos na 3a feira e dai sim é caminho final de prazo pra decisão do que fazer (indução pro PN ou cesária) e espera pq estaremos em 41 semanas e 4 dias.

Vejam e relaxem comigo, lendo essa matéria que encontrei, que fala passo a passo como acontece o parto:

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Doutor, o que é isso?

Não vá para o parto no escuro. Você se sentirá mais tranqüila sabendo antes o que vai acontecer

Patrícia Cerqueira


Os procedimentos no parto podem variar um pouco de médico para médico, de uma maternidade para outra, mas o importante é conhecê-los para evitar estranhamentos que podem afetar seu bem-estar nessa hora. Essas dicas também vão deixá-la mais 'equipada' para tirar dúvidas com seu médico, pois você deve discutir com ele todos os detalhes do que vai acontecer no parto. Veja, então, quais são os procedimentos mais comuns.

Sinais vitais
Ao chegar à maternidade, você é encaminhada a uma sala de admissão de parto. Uma enfermeira obstétrica medirá sua temperatura, pressão arterial, batimentos cardíacos, checará seu tipo sanguíneo, se a bolsa d'água se rompeu e a dilatação do colo do útero. Além disso, para monitorar as contrações e os batimentos do coração do bebê, vai acoplar à sua barriga um equipamento chamado cardiotocógrafo. Esse monitoramento pode repetir-se na sala de pré-parto e na sala de parto.

Tricotomia e lavagem intestinal
São outros dois procedimentos possíveis na fase de admissão. A tricotomia é a raspagem dos pêlos pubianos, adotada por questão de higiene. Muitos médicos são contra, pois acreditam que as fissuras provocadas na pele pela raspagem aumentam a chance de infecção. O objetivo da lavagem intestinal é evitar a evacuação no parto. Ela é provocada antes com um laxante. A técnica está em desuso, porque a maioria das grávidas não evacua no parto.

Pré-parto
Depois da admissão, com uma bata hospitalar, você vai para o pré-parto, no centro obstétrico. Nessa ala, alguns hospitais separam as gestantes que farão cesárea daquelas com indicação para parto normal. As primeiras, em alguns casos, não esperarão pelo trabalho de parto, indo direto para o centro cirúrgico. As segundas podem seguir para uma suíte de parto, local em que transcorrerá o trabalho de parto e o nascimento.

Soro
Tanto no parto normal quanto na cesárea, você vai tomar soro pela veia. A finalidade é mantê-la hidratada, mas o soro serve também de veículo para medicamentos que você precise durante o parto, sem que seja necessária outra picada na veia.

Indução com hormônios
Para acelerar o trabalho de parto, os médicos usam a ocitocina (colocada junto com o soro) ou a prostaglandina (em forma de supositório ou pílula e gel aplicados pela vagina). A dilatação do colo uterino e a avaliação do bem-estar do bebê determinam o procedimento.

Rompimento da bolsa
Se não foi natural, o médico o provoca quando a gestante apresenta dilatação de seis centímetros. Alguns adotam a prática apenas no caso de trabalho de parto prolongado ou de apressar o nascimento por causa do bebê. Na cesárea, a bolsa é rompida depois de aberto o útero. O líquido amniótico é sugado.

Toque vaginal
Ele checa a dilatação e a posição do bebê. Alguns médicos o realizam durante a contração, o que pode ser dolorido.

Anestesia
Se você vai fazer cesárea, será encaminhada ao centro cirúrgico. Receberá soro e, em seguida, anestesia. O médico pode beliscar sua barriga com uma pinça para verificar a ação do medicamento. No parto normal, a administração da anestesia depende da evolução do trabalho de parto. Ela é indicada quando a dilatação chega a cinco centímetros.

Crucificação
Refere-se à postura em que você pode ser colocada em caso de cesárea, com os braços abertos, presos sobre tábuas encaixadas na mesa de parto. É para que não coloque, num impulso, a mão na barriga. Nem sempre o procedimento é utilizado, para permitir à mãe pegar o bebê após o nascimento.

Pernas amarradas
No parto normal, elas são amarradas em perneiras para que não saiam do lugar enquanto você faz força.

Sondagem
Na cesárea, alguns médicos colocam uma sonda na gestante para drenar a urina acumulada na bexiga. Ela é retirada seis horas após o parto. Não se coloca sonda nos partos vaginais.

Cortes no parto
No normal, é comum a episiotomia, corte no períneo para facilitar a saída do bebê. O corte na cesárea é feito no baixo-ventre, na transversal. O vertical, do umbigo ao púbis, é adotado em emergências.

Manobra de Kristeller
É a pressão feita pelo médico sobre o estômago para ajudar o bebê a nascer, no parto vaginal ou cesárea. Outras manipulações sobre a barriga podem ser necessárias quando o bebê está em posição incorreta para o parto, e costumam ser feitas na sala de pré-parto. Há ainda uma manipulação interna (pela vagina), feita apenas no parto normal de gêmeos. Após o nascimento de um bebê, o médico 'busca' os pés do segundo, puxando-o.

Fórceps
São colheres grandes de metal, aplicadas à cabeça do bebê, quando é preciso ajudá-lo a descer pelo canal de parto.

Oxigênio
O uso é raro, mas, se o obstetra indicar, pode ser porque a oxigenação de seu corpo não está boa o suficiente, o que afeta as contrações e os batimentos cardíacos do bebê.

Dequitação
É a saída da placenta pelo canal de parto após o nascimento. O obstetra pode acelerar a expulsão com uma massagem suave na região uterina. Alguns aguardam a saída natural, que pode ocorrer até dez minutos depois.

Revisão
No parto normal, após a dequitação, os obstetras fazem uma revisão no útero, no canal de parto, na vulva e na entrada da vagina, para verificar restos de placenta e possíveis lacerações."

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