domingo, 16 de dezembro de 2012

Marketing e Inovação...

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Cada vez que eu lia a palavra Tecnologia e Inovação, pensava em algo bem distante, algo chato, de gente cabeça, nerd, acima da média, os caras de óculos grandes que sempre tinham uma resposta genial que ninguém, a não ser eles mesmos, iriam entender...

Mas fico tão feliz em saber que tecnologia e inovação são coisas que fazem parte da nossa vida, ali, lado a lado e podem entrar em cena para tornar melhor inclusive nosso trabalho (não voltei a trabalhar ainda, mas estou buscando recolocação profissional e pesquisando os cursos para 2013...não dá pra aprar de estudar, autodidaticamente ou numa instituição).

O tempo que nos diziam "algo é assim, coisa tal é assado" não me convence mais, nunca me convenceu, não que isso seja "ó, uma grande coisa", mas sempre fui vanguardista, mesmo quando eu nem sabia o que significava sê-lo (e nem há milhões de pessoas também). 

Antes eu tinha um medinho tacanha de fazer diferente do que estavam esperando e simplesmente me estabacar e demorar muito pra reenguer minhas convicções na área que escolhi e até na vaga que eu havia conquistado. 

Sou de um tempo que era pregado uma visão de que, quem era de Publicidade ficava na agência, ou escrevendo e co-criando com sua dupla super legal, ou desenhando (o outro da dupla de co-criação), ou vendendo a propaganda (o Atendimento era o que mais se aproximava da "pessoa de Marketing" na agência), ou buscando onde seria vendida, ou planejando como ela seria vendida.

Já o marketing era uma coisa de gente de terno, que só não eram bancários porque não trabalhavam no banco (redundante pra ficar claro, sabe?!), mas da mesma forma procuravam as melhores possibilidades de vendas, quase como num telemarketing ativo, sendo duros e incisivos em seus objetivos. Essa postura de trabalho não me atraia em nada.

Num resumo bem básico, Publicidade e Marketing não se "casavam" muito bem. Mas de uns tempos para cá tenho visto que a agência não é mais aquele universinho paralelo, onde se ouve folk no Mac e sai pra almoçar num lugar legal todo dia com seu grupinho tchururu. 

É muito mais e tornou-se um ambiente de homens e mulheres mais antenados do que já eram, precisando sempre afiar suas visões lá na frente, com foco em resultados.


Já o marketing, para mim, tem tornado-se algo bem mais flexível, acessível e uma técnica, que com boa vontade e desenvolvimento de talento, os simples mortais podem alcançar.

Acabou que a técnica incisiva e dura está tomando forma de profissão humanizada, tocável (Mkt) e o mundo legal, quase oba-oba precisou se vestir de coragem e foco de negócios para se manter estável e alcançar seus objetivos (Publicidade).

Isso que escrevi não é baseado em fatos super reais (apenas nas minhas impressões) e nem em verdades absolutas ("Apenas os idiotas tem certeza absoluta" Professor Girafales...rsrsr)...é exatamente isso que quero estudar mais, me aprofundar...esse marketing que se abre e estuda a inovação, o "think out of the box" que é tão famoso (e de tão repetido, muita gente nem deu mais bola, virou carne de vaca, mas é muito importante continuar fazendo e pensando fora da caixa), a humanização dos negócios, sem perdê-los.

E disso eu gosto, saber que eu me encaixo em algum lugar...não quero mais e nem sou apenas aquela menina que começou a faculdade de publicidade querendo ser uma das pessoas da dupla (posso estar muito errada, mas depois de algumas agências que trabalhei, a panelinha não permite que serem vindos de fora façam parte desse mundo "fantástico de Bob", logo é retirado. espero que tenha mudado, esse período que estou fora), mas eu tb achava inalcansável ser uma menina "engravatada", trabalhando na dureza aparente do marketing, onde tudo que eu veria seriam enormes planilhas sem coração e choraria todo dia ao voltar pra casa por detestar o que estivesse fazendo. 

É isso, por hora acho que a inovação veio me salvar, me dar a mão e trazer essa redescoberta de mim mesma e de onde quero chegar, não apenas porque preciso de um "ganha pão", mas porque eu ame o que estiver fazendo, sem dor, sem sofrer e sabendo que sim, me lembrarei daquela frase famosa (da qual agora não me lembro o autor) "Faça o que você gosta e a vida toda você nunca trabalhará"

Beijos, Ci

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Escova manual facial da Belliz

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Dei um pulinho na "Perfumaria Princesa" da Rua São Bento pra comprar shampoo e mais umas coisinhas, dai eis que vejo essa escovinha super bonitinha, manual para o rosto.

Ela é MANUAL, portanto não treme-treme (Clarisonic, que custa em média U$$ 150) ou roda-roda ("Olay Pro X" em média U$$ 30 dolares) como as famosas escovinhas que são vendidas apenas no exterior, mas higiene facial é higiene facial e, pelo menos eu, mesmo guardando no porquinho pra pedir pra algum amigo mandar ou trazer pra mim, não estou com vontade de gastar esses valores por enquanto.
Sim minhazamiga...dá pra sobreviver com uma escovinha manual, ainda mais super bonitinha como essa que comprei.

Custou a belezinha de R$ 6,20.


Ainda não usei, mas as suas cerdas são macias.

Vem assim, nessa caixinha acrílica bonitinha...



 Tem uma "tampinha" acrílica pra proteger as cerdas.


 O cabo tem formato anatômico.


E a cabeça da escova bem que lembra as Top (já vi tb da Sigma, a marca famosa de pincéis, que chama Cleansing & Polish Tool e da Neutrogena, que chama Wave, mas o da Neutrogena não tem escovinha e tem também o da Avon americana, que chama Spa Finder)





Beijo, Ci

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Sombra verde e preta + batom Cereja Berê.

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Comprei hoje a Gloss de novembro, que veio com uma revistinha gratuita de maquiagem.

Como eu estava com o rosto preparado, limpinho, fui tentar a maquiagem com a sombra verde (é, eu sei...não parece verde de jeito nenhum, do jeito que tirei a foto, mas é, acredite...rsrsrs)


Próximo á linha d´água e na parte debaixo do olho passei a sombra verde (que tem fotinho lá embaixo).

Dai na palpebra móvel esfumei com uma sombra preta super baratinha e boa, da marca Erato, que comprei na Goya (uma perfumaria que tem de tudo, adoro!)



Pra delinear usei o delineador em gel que comprei na Le Look, lá da Ladeira Porto Geral, aqui em São Paulo. Dai pra completar, passei o batom Cereja Berê, da "Quem disse, Berenice?" que comprei na loja do Tatuapé.



A sombra verde que passei na parte de dentro dos olhos é essa mais em destaque na foto, a mais clarinha.

A sombra preta que passei na pálpebra móvel...ela é um duo e vem com a cinza, que tb é bonita.


A máscara para cílios é a One by one da Maybelline, que eu já estava usando quando sai de casa (então, sai básica...máscara, blush e batom...fiz o olho na volta)

O blush que usei foi o marrom, de um estojinho da Luis Vance que comprei na 25 de março.


É isso por hoje pessoal, testei jeito novo de maquiagem em mim. É sempre bom fazer antes pra não passar aperto nas festas, passeios e eventos... =)

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A brejeirice de um país Plus Size...e as lojas que não querem vender!

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Sim, linda menina (e menino)...se você veste a partir do número 44 (no nosso país "cabecinha"), você já é uma integrante do nosso time Plus Size.
E que mal há nisso? Não haveria nenhum, se as lojas de roupas ainda não vivessem no mundo de Alice e achasse que todo mundo vai consumir aquelas "mini" peças nas araras (que ás vezes não servem nem pros Mini e Medium Sizes).

 O discurso do "seu rosto é tão bonito" não cabe mais sozinho...emagrecer ou não é uma decisão pessoal, não estou falando isso...o que estou falando é que, não adianta rosto bonitos se não existe esse respeito da indústria fabril pra nós que esbanjamos nosso charme Plus...rsrsrs.

Sempre vesti 46 e depois que tive minha filha fui pro 50. Sou do tipo que se sente feliz sendo 46 e estou atrás desse objetivo (eu me sinto melhor assim, não é uma lei, nem estou falando que as pessoas precisam emagrecer...claro, só precisam se o peso estiver afetando sua saúde, dai é outra coisa). 

Mas veja só, mesmo eu querendo emagrecer, indo pra academia etc etc, não tenho a ambição e nem vontade alguma de ter o corpinho de cano pvc da Giselle Bundchen.


 Esse post é pra falar o que acho do Plus Size (gordinhas e gordinhos) super famoso hoje em dia, mas também pra reclamar de uma das lojas mais famosas de fast fashion...

Comentei no Twitter, mas quis falar aqui...a C&A me decepcionou com seus vestidos do "Fim de Semana Abusado".



Os vestidos eram lindos, com diversas cores, super na moda, mas...não serviam nem pra uma prima minha que é mignon e veste no máximo 40. pelo menos não os da C&A do Center Norte.

Ai...nem é protesto, é só reclamação mesmo...não tenho muita paciência pra mimimi.

É só aquela coisa...meninas...sejam vocês mignonzinhas, magrelinhas, plus, normal...sejamos felizes, né minha gente! (dane-se, em alto e bom som, quem ainda enche o saco por qualquer piadinha que a gente mesmo faça sobre nosso peso, que faça piadinhas com nosso peso, que encha o saco com o que a gente come ou não - no meu caso nem como muito, a gordura se instalou no meu corpo...rsrsrs...mas vou expulsá-la)

E lojas (C&A ou qualquer outra)...sinceramente, não acho que vocês queiram mesmo vender...as meninas, lindas, inteligentes e um monte de adjetivos, querem comprar e se sentir bem na roupa...não um "colchão amarrado pelo meio" como dizia minha avó. Se vocês quisessem vender e bem, fariam roupas que servem em pessoas com corpos de verdade e não só nas manequin das suas vitrines.

Não nos trate como ET´s, fazendo partes especiais nas lojas, escritas "Especial pra você"...isso não ajuda.

Beijo, Ci

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Paris, bem aqui...

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Trago uma Paris subjetiva dentro da minha mente e do meu coração, desde sempre.

Os lugares, cafés e ruas clássicas fazem parte do meu imaginário e um dos meus maiores prazeres é ver aquele programas de viagens (50X1, Companhia de Viagem, Programa Amaury Jr) pra eu "viajar junto" quando eles mostram lá.

"As pessoas não tomam banho", "Franceses são antipáticos", "Tudo é muito caro" e muitas outras frases que não recordo agora, mas muita gente utiliza para "pixar" Paris.

Vem cá, particularmente acho que essas frases são todas de uma enorme dor de cotovelo coletiva, daqueles que gostam de denegrir um lugar, porque simplesmente nunca irão para lá e repetem o que ouvem de pessoas mal amadas que foram para lá...

Quem é que vai pra cheirar as pessoas, prioritariamente para fazer amizades eternas ou ficar comprando sem limites ?

Quero viver a aura, o romance, a beleza que existe lá...

Nunca fui, mas guardo como que numa caixinha esse amor por Paris, para um dia .

O nome é lindo, os monumentos são lindos, a história é linda e falem o que quiser...ou simplesmente concordem com a Audrey, assim como eu: "Paris é sempre uma boa idéia".

segunda-feira, 30 de abril de 2012

For the love of Pink ♥

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Só pra contrariar a minha opinião e ver graça no Tumblr...é, não me acostumei com ele, mas esse sobre o amor ao rosa é jogo baixo =)

Como remover com maior facilidade o esmalte escuro ou glitter das unhas.

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POR RISQUÉ: Dicas para remover esmaltes escuros e/ou com glitter:

1. Passe uma camada de Risqué Óleo Secante Hidratante da Linha de Tratamento por cima do esmalte a ser removido, ele facilita o processo e evita que o esmalte manche a pele;
2. Com o algodão embebido no removedor, faça movimentos verticais e não horizontais.


domingo, 29 de abril de 2012

Lado B - por Maria Ribeiro

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Daqueles textos que eu gostaria de ter escrito e fala também sobre mim...

"Cobrir travessas com PVC e não planejar a morte do fabricante, deixar o celular em casa nos fins de semana, ler menos jornal e mais Paulo Mendes Campos, aprender as 237 funções dos três controles remotos da minha TV: são nobres os desafios deste meu abril de 2012.

Há algum tempo substituí a lista de metas românticas que me impunha a cada janeiro por um punhado de propostas mensais, menos ambiciosas e, portanto, mais simpáticas, como ir ao hortifrúti toda sexta-feira e adquirir somente uma revista de moda por mês. A satisfação é imediata e o método, infalível: quando chega o dia 30 e vejo que cumpri apenas um item, como o importantíssimo “não comer o pote inteiro de sorvete de doce de leite em uma só madrugada”, me sinto a musa do verão.

Sei que nada disso importa mediante a crise na Síria e a recessão na Europa, mas arrisco dizer que, se não fôssemos ingênuos por natureza, nos contentaríamos com este que é o único movimento verdadeiramente possível da existência: a própria mudança.

Pois bem. A supraeu acordaria cedo. Faria um suco verde com folhas orgânicas enquanto leria os colunistas políticos e as resenhas de lançamentos literários. Nada de pão com manteiga vendo notícias da TV. Aliás, nada de TV. Às 11 da manhã eu já teria feito ioga e estaria pronta pra ir com meu filho pequeno à pracinha. Eu acharia uma delícia ir à pracinha e brincaria não só com meu filho, mas com vários bebês (e se um bebê empurrasse meu filho eu jamais teria raiva, imagine!). Uma hora depois eu estaria no carro com meu outro rebento para levá-lo à escola, e no caminho iríamos ouvindo as principais sinfonias de Beethoven, um absurdo essa gente que se rende a Michel Teló.

Minha casa teria flores frescas e luz indireta. Pouca carne vermelha. Uma obra de arte displicentemente deixada no chão do lavabo. Luminárias estilosas. Eu receberia os amigos – todos fiéis e espirituosos – com um vinho bacana que não fosse caríssimo (a supraeu jamais seria óbvia e ostensiva), saberia fazer um peixe assado com amêndoas e queijo de cabra, teria livros de arte na sala que foram realmente vistos (e não uma pilha de cadernos de cultura que jamais lerei).

Iria ao teatro todos os fins de semana. Peças de três horas? Delícia. Cinema também estaria no pacote, claro, mas nada de Hugh Grant. Anne Hathaway? Eu não saberia de quem se trata. A supraeu frequentaria mostras, reveria todos os Bergmans e, o que é melhor, compreenderia todos os Bergmans, e daria aquelas risadas pra si de quem faz parte do restrito e maravilhoso mundo da inteligência.

Propaganda enganosa

Livros seriam consumidos na velocidade da luz, e eu jamais xingaria quem fecha cruzamentos. Escreveria romances. Tiraria a maquiagem antes de dormir. Usaria com disciplina espartana vitamina C em volta dos olhos. Acharia roupa nova uma tolice.

Eu teria Twitter e Facebook, faria fotos lindíssimas no Instagram, editaria meus próprios filmes, seria um ser eletrônico e mecânico.

Eu não fumaria. Não beberia. Não tomaria calmantes nem antibióticos. Saberia sempre onde está o passaporte e o carnê do IPTU. Falaria pouco.

Mas existe uma coisa em mim que vale o ingresso, um defeito de fábrica que eu não mudaria por nada: o prazer de fazer má propaganda de mim mesma e saber que só permanecem comigo quatro tipos especialíssimos da categoria humana: meus filhos, meus pais, meu marido e aqueles seres estranhíssimos que gostam inclusive dos meus piores defeitos.

Por esses cristãos, a quem chamamos amigos, exibo meu lado B – talvez o único possível – e agradeço, comovida.

Maria Ribeiro, 36, é atriz e diretora do documentário Domingos, sobre o diretor de teatro e de cinema Domingos Oliveira. Atuou em Tropa de Elite, em 2007, e em Tropa de Elite 2, em 2010.

Seu email:ribeirom@globo.comribeirom@globo.com"