sexta-feira, 30 de março de 2012

Da tristeza que eu nunca senti...

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Subindo uma das ruas na Sé, hoje quando fui buscar coisas para a festa de aniversário de 1 ano da minha filha, vi uma menina linda, loirinha, de franjinha (mais dois irmãozinhos e sua mãe, sentada numa porta de um prédio)...mas vi algo que a primeira vista a gente não quer reparar. Ela era pequena, com um rosto de criança saudável, mas estava suja e ia em direção a uma banca de jornal para, acredito eu, pedir algo para comer...

Aquilo me doeu, mais do que qualquer coisa tenha me doído espiritualmente até hoje na minha vida...

E fui covarde, como muitas pessoas são, que passam batido, para achar que aquilo é normal...mas não foi dessa covardia que fui tomada...apenas continuei meu caminho por não fazer a mínima idéia do que fazer naquela hora, não ter a minima noção de como ajudar, contribuir, sem parecer esmola, sem parecer dó.

Porque "gente de rua" do que menos precisa é de olhar piedoso e caridade temporária...

Duas coisas se fizeram muito forte na minha mente: a solução é denunciar e essas crianças serem levadas pelo conselho tutelar? Mas se forem levadas, como ficam sem sua mãe? (essa frase é bonita, mas só entendi de verdade a partir do momento que a Maria Luisa nasceu)

E tive uma idéia ao entrar no facebook, junta aquele sentimento de "devo fazer alguma coisa - me pegou de jeito - , essa é aquela hora de trabalhar na Seara do Senhor"...no facebook, sim, porque me lembrei e procurei por algum grupo que me pudesse me dar orientação do que eu posso fazer.

É urgente, o outono começou (não que seja bom dormir na rua e comer lixo na primavera e no verão), mas agora o frio é mais próximo e dai junta a fome, com o frio (e o perigo maior da hipotermia e da morte de milhares de pessoas, sim...morte, quando não dá pra fazer mais NADA).

Vou me informar, porque o que eu tanto procurei para trabalhar na igreja (e em algum momento eu achei que era pouco eu apenas escrever) acredito que tenha chegado.

Espero e clamo a Deus que me oriente e me acompanhe a cada dia se esse for meu envio, meu chamado espiritual.

A minha tristeza?? É tão pequena, por maior que tenha sido, perto disso que deparei hoje.

O que é necessário é fazer algo real pelas pessoas que estão "próximas" da gente ou aquelas que a gente sabe onde estão e que clamam por socorro, com seus filhos com fome, sujos, com seus rostos bonitos mas entristecidos.

E esse choro eu não posso guardar no meu coração e apenas seguir minha vida. Deus, faz de mim Sua serva para essa obra, se assim você quiser, me põe nos lugares certos e não tire Suas mãos e Seus olhos dessas pessoas, nas ruas da Sé em em todos os lugares do mundo. Toca de forma transformadora como Você me tocou hoje, com algo que eu não via, o caminho para mim, na Sua Seara, que eu não entendia.

Porque ir a igreja, fazer cura e libertação, escrever em jornais, de nada me valera e não valerá a ninguém enquanto tiver gente de verdade lá fora, precisando de quem pode ajudar. E nenhuma palavra bonita, blog ou qualquer coisa estática.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Rezando o terco pela primeira vez

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Maria Luisa e eu, rezando o terco pela primeira vez...

(detalhe da unha de cor diferente do restante de unhas...)

Que eu me lembre, nunca rezei um terco inteiro. Fui dando meus tropecos, parando, lendo, mas fiz o terco...e o fiz com a minha filha...ela com o tercinho dela e eu seguindo o folhetinho que peguei na Rainha da Paz, uma livraria no Tucuruvi.

Uma das minhas restricoes com o catolicismo era esse, nunca tive preconceito, mas eu me sentia impossibilitada de participar da religiao porque eu nao sabia rezar o terco.o

O que me auxiliou bastante foi uma pagina que encontrei na internet, no site Renascer em Maria, onde tem o terco virtual e eh so ir acompanhando, cada misterio vai sendo mostrado antes do Pai Nosso e da Ave Maria.

Me lembro nitidamente da minha avo, a Guilhermina, me ensinando rezar o Pai Nosso, Credo, Ave Maria, Gloria ao Pai...mas rezar o terco no lembro se o fiz. Eu devia ter uns 4/5 anos.

Eh sobre isso o post, e as fotos falam melhor do que eu =)

Você sabe quando seu bebê está feliz?

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 Shutterstock











Você provavelmente já reconhece quando seu bebê precisa de algo ou está com alguma dor por causa do choro. Mas você sabe quando ele está se sentindo feliz? Cada vez que ele sorri, segura na sua mão ou simplesmente a olha calmamente, pode ser um sinal de que ele está melhor do que imagina. "O vínculo familiar estimula a criança a ser mais tranqüila, o que é um sinal de bem estar", afirma Tânia Shimoda, pediatra assistente do Instituto da Criança, do HC de São Paulo. Veja mais alguns sinais.

Aconchego
O toque da mãe e do pai faz a criança se sentir confortável. É por isso que muitas vezes o bebê chora quando é examinado por algum médico, ou quando está próximo a outras pessoas, mas fica calmo no colo dos pais. Essa interação é importante e a proximidade da família tranquiliza e deixa o bebê feliz.

A movimentação
A linguagem corporal do seu filho pode ser um sinal do que ele está sentindo. “Nos bebês com um pouco mais de controle para sentar, ele vai direcionar a movimentação do corpo para a mãe, ou vai engatinhar em direção a ela”, diz a pediatra. A presença dos pais é um estímulo e a resposta a ele é sinal de uma criança saudável.

Objetos coloridos
Através de uma estimulação visual, com um objeto colorido ou com algum brinquedinho como um chocalho, o bebê sorri e vai a procura desse objeto. “Se for um bebê menor ele movimenta a cabeça, se for um bebê maior, ele vai estender a mãozinha. O bebê que já engatinha, vai atrás”, afirma Shimoda.

A voz
O bebê que balbucia palavras na hora que você fala com ele também está “falando". Ele sente prazer em ouvir uma voz familiar de carinho. Se ele sorri a qualquer interação, é outro indício de que está contente.

Dormir bem
A criança que tem um sono tranqüilo e uma alimentação adequada expressa maior contentamento. Quando os pais mostram um alimento e o bebê abre a boca ou se movimenta para pegar, é um sinal de que reconhece o estímulo. O sorriso dessa interação diz tudo.