sábado, 16 de fevereiro de 2013

O gosto da gente

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Estava agora pouco assistindo o Lulu Santos no programa do Ronnie Vonn (por causa do Lulu, um dos atistas/banda que eu amo desde sempre).



E pensei em diversos artistas que não gosto, inclusive bem famosos, adorados por uma quase unanimidade (levantando minha mãozinha...menos eu). Uma banda super famosa de rock daqui do Brasil, por exemplo, eu não suporto (não vou citar o nome, pra ninguém me encher a paciência. o post é um pensamento meu, não pra causar brigas) mas tem gente que compra cd, dvd e tudo mais até hoje...e também uma cantora de axé que muita gente gosta, mas que eu acho sem sal, sem açúcar e nem palmito (quem dizia isso era minha vó). Não é a que começa com a letra I, só digo isso, porque essa eu gosto demais...rsrsrs. Tem time, comida e por ai vai...

Por falar nela, minha avó gostava, por exemplo, do Dick Farney (que eu tb gosto bastante, dá uma procurada no Youtube pela música "Alguém como tu", super romântica), do Nelson Gonçalves, do Agnaldo Timóteo...coisas de avó, porque são do tempo dela (e que me alcançaram), mas mesmo sendo do tempo dela, de muito artista ela não gostava.

Dos meus gostos "antiguinhos", vovó gostava do Luiz Miguel cantando boleros (eu gosto dele cantando pop ou bolero). Sinto de leve (porque tenho saudade, mas a gente não pode impedir que as pessoas evoluam, se é que existe essa etapa) ela não ter tido tempo de conhecer Michael Bublé melhor, ia se apaixonar.

O que eu queria dizer nesse post é que, mesmo sendo contemporâneos, determinadas músicas e artistas agradam a certas pessoas e não a outras. Achar que todo mundo é obrigado a gostar do que a gente gosta ou querer "entuchar" esse gosto sem a pessoa dar a entender que pode gostar, é demais.

E me deu vontade de escrever também sobre esse assunto, assistindo o próprio Ronnie Von, que diz gostar de tudo, todo mundo é lindo, toda música é excelente...isso é ser gentleman ou puxar o saco das "unanimidades"? Significa?

Dizia um de meus escritores favoritos, que também era jornalista, Nelson Rodrigues: "Toda unanimidade é burra"

Já Sofocleto, um poeta peruano dizia que "A unanimidade é a opinião daquele que manda"

Será? Manda em quem ou em quê?

sábado, 9 de fevereiro de 2013

A primeira mudança é o cabelo...

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Estava cá eu, pensando "soltamente" rsrs e me veio a lembrança sobre as pessoas dizerem que cada vez que uma mulher quer mudar algo em si ou em sua vida, a primeira mudança é o cabelo...

Eu mudei, estou mudando o meu...mas ao mesmo tempo não estou, estou apenas deixando ele dar continuidade ao que é, sim, meu cabelo.

Vai ver que estou nessa regra do cabelo, mas de um modo que eu nunca havia pensado em termos de cabelo...a "não mudança" e continuidade talvez represente que em mim as coisas estão se ajeitando (assim como os meus quase cachinhos), mas não necessitam de mudança radical...acho que a decisão entre cabelo liso/cabelo natural representou também a minha reescolha de ideologia, porque minha fé em Deus, essa continua inabalada.

Nada que eu tenha tido que mudar de cor, cortar, alisar, puxar...parei de brigar com meu cabelo, com o caminho que escolhi.
Continuidade...é isso... "até o dia em que eu mudar de opinião". ;)
(O trecho de música é "Coisas que eu sei")

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Malu não quer comer...

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Tem bastante tempo que não tenho dilemas que me tirem o sono, mas ultimamente a Malu tem estado difícil para comer. Gente, é um furduncio e já fiz papinha com músculo, com legumes, já dei feijão com arroz, suco e leite reforçado, balinha de polivitamínico, mas as vezes não adianta, ela não está afim...#deusnosajude

Dai todo mundo tem suas achologias para ver porque isso está acontecendo...é dente nascendo, será que é falta de vitamina?, você não sabe fazer papinha pra ela, essa menina tá com o braço muito fininho, você não dá comida na hora certa, ela vai ficar gripada...a maioria acusa, mas vir ajudar que é bom...(não posso reclamar, minha mãe dá uma super força e quando eu não sei mais o que fazer, ela aparece com uns ingredientes diferentes)

Encontrei hoje o site da Pampers, que dá várias dicas interessantes e uma das mais bacanas (ainda mais pro meu momento) é a sessão de alimentação do bebê e essa matéria, eu espero que me ajude e que espero que ajude a mãe que estiver nessa fase de "pânico" (que vai passar...rs)

"Porque a criança pequena não quer comer e o que você pode fazer

Por que a criança pequena não quer comer e o que você pode fazer Por: Suzanne Dixon, Pediatra, mestre em saúde pública A criança pequena, em geral, não é muito fã de comida. Depois do primeiro aninho, até os que antes comiam muito bem, começam a perder o interesse pela comida. Quando vão ficando mais velhas, desenvolvem fortes opiniões sobre o que deve ou não estar presente em seu prato. Como a alimentação é uma parte muito importante dos cuidados com a criança, a recusa em comer a refeição, que a mãe preparou com tanto carinho, dói. Nesses momentos, é importante ver a situação como um todo. A mãe está ensinando à criançahábitos alimentares que podem ajudá-la a se virar sozinha mais tarde. Tentar ver as coisas sob este prisma pode ajudá-la. Este comportamento é normal entre as crianças. Nesta fase, elas estão tentando deixar claro que querem ser independentes e que podem tomar conta de si. Além disso, seu corpo está passando por um padrão de crescimento que a aproxima da constituição física que terá no futuro. O bebê rechonchudo, de pais magros, começa a ficar mais parecido com o resto da família. Apresentamos os comportamentos esperados à mesa durante esses anos. Veja como lidar com eles.
 1 ano
 18 meses
 2 anos
 3 anos
1 ano
Depois de soprar a primeira velinha, é provável que seu filho fique mais interessado em aprender a andar do que em comer. Assim, seu interesse pela comida despenca. Ele está ocupado demais para desperdiçar um tempo enorme comendo. Mas isso é normal. O ritmo de crescimento da criançadiminui no segundo ano e seu apetite acompanha essa queda. Não se preocupe. A gordura adicional que ela acumulou no primeiro ano serve de combustível para toda essa movimentação. No entanto, nessa idade elas precisam de energia para se manter de pé. Uma criança de um aninho pode ficar rapidamente sem combustível, tornando-se agitada e irritada. O ideal é que ela faça cinco ou seis pequenas refeições durante o dia, inclusive dois ou três lanches saudáveis. Alimente seu filho com pequenas porções, colocando mais comida no prato assim que ele terminar. Um prato muito cheio é um convite à desistência e à bagunça.
Sem tempo para comer Como é difícil fazê-la parar. Cada mordida é uma vitória para uma criança nessa fase. As calorias em alimentos sem grande valor nutritivo, como biscoitos, doces e sucos, são um desperdício do tempo e do apetite da criança.
Ofereça alimentos nutritivos durante as refeições regulares, mas não force acriança a comer. Crianças pequenas que dizem o quanto basta, desenvolvem hábitos alimentares mais saudáveis depois de adultas. Cabe a você oferecer alimento saudável e atraente regularmente. Cabe a ela decidir se quer ou não comer.
Fazer com que se sente à mesa na hora das refeições, por menos que coma, é importante para ensiná-la a hora em que elas são servidas. Nessa idade, acriança adora comer à mesa, com a família. Este é o momento perfeito para que ela aprenda a se socializar e para você ensiná-la a comportar-se à mesa. Se a criança resistir ou começar a jogar a comida para fora do prato, é porque já está satisfeita. Deixe-a sentada, dê um livro para ver, mas não ofereça mais comida, pois isso inicia uma batalha na qual você jamais sairá vencedora.
A grande bagunça Seu filho aprende muito quando "brinca" com a comida. Deixar a comida cair no chão, amassá-la entre os dedos e esfregá-la na mesa são maneiras de conhecer os alimentos e de aprender a gostar deles. Ele provavelmente ainda não sabe usar a colher direito. Não importa, dê-lhe uma colher. Nessa idade, a criança quer comer sozinha e você deve estimulá-la, por maior que seja a bagunça. Nessa fase, a criança também está aprendendo a usar o copo: mais uma vez, bagunça à vista! A melhor opção é aprender a conviver com a bagunça usando e vestindo materiais fáceis de limpar.
Dicas para as refeições Se o seu filho só quiser comer macarrão, por exemplo, procure o pediatra. Talvez seja necessário dar-lhe uma vitamina. Em geral, as crianças não precisam tomar vitaminas, mas se seu filho realmente se recusa a comer, a administração de uma vitamina talvez o faça se sentir melhor. Não dê vitaminas de adultos, elas podem ser tóxicas para crianças.
Comer no lugar certo Criar bons hábitos alimentares é sinônimo de comer sempre no mesmo lugar, como o cadeirão, na cozinha. Não é sinônimo de comer na frente da televisão, no quarto ou andando pela casa. A criança que come andando corre o risco de engasgar.
18 meses 
Aos 18 meses, seu filho precisa de menos comida do que precisava durante seu primeiro ano de vida. Surpresa? É sério. Seu ritmo de crescimento simplesmente diminuiu e outras coisas ocupam seu tempo. Nessa idade, acriança é muito seletiva em relação à comida. Não a force a comer, nem exija que ela raspe o prato antes de sair da mesa. Ela sabe o quanto precisa e, se não for pressionada, comerá a quantidade adequada. Forçá-la só provocará uma briga e você não sairá vencedora. Além disso, esse comportamento pode gerar distúrbios alimentares mais tarde.
Comilança e rejeição A comida do seu filho não precisa ser diferente da dos adultos. Basta servi-la antes de adicionar sal e temperos fortes. Não que ela vá, necessariamente, gostar do que os adultos comem. A criança, nessa idade, costuma se fixar em um único alimento e comer só isso durante dias seguidos. Isso é normal, portanto, não se preocupe. Se o alimento for nutritivo, não importa a freqüência com que ela coma. Mas não deixe de oferecer variedade, um pouco de cada vez, para que ela se acostume à aparência e textura dos novos alimentos. Em geral, é preciso oferecer o alimento umas dez vezes até que a criançao aceite. Por isso, não se aborreça nem se intimide com a primeira ou segunda recusa de seu filho em experimentar um determinado alimento.
  • Não tente usar o alimento como recompensa. Se seu filho começar a comer só para agradá-la, não estará comendo pelos motivos certos.
  • Não engane a criança para que ela coma. Isso inicia um jogo tolo que acaba alcançando níveis totalmente irracionais. E não desenvolve hábitos alimentares saudáveis. Estudos revelam que essa atitude só leva a criança a comer menos e nada mais.
Lembre-se de dar ao seu filho diversas oportunidades de se alimentar. Ele está pronto para treinar o uso da colher e do copo. Evite alimentos com os quais ele possa se engasgar, como uvas, nozes ou cenoura crua. Cachorro quente é um dos alimentos com que as crianças mais se engasgam! Corte a salsicha em pequenos pedaços, no sentido do comprimento, para não engasgar.
Verdades sobre líquidos Que quantidade de líquido seu filho deve beber? Em geral, a criança não precisa de mais de 180 ml de suco de fruta por dia. Os sucos reconstituídos são feitos basicamente de água e açúcar. Fruta fresca é a melhor opção. As crianças "viciadas" em suco têm padrões de crescimento insatisfatórios e correm o risco de desenvolver diarréia infantil, cáries e desequilíbrio nutricional.
Seu filho também não precisa tomar mais de 700 ml de leite por dia. O leite deve ser integral, não desnatado. Nessa idade, os ácidos graxos são essenciais ao crescimento e desenvolvimento do cérebro da criança.
Se ele ainda tomar mamadeira, comece a tirá-la. Um copo com canudo é uma boa alternativa se você não agüentar os derramamentos freqüentes. Não deixe que a criança leve o copinho para a cama. Não é bom para o sono nem para a nutrição e pode estragar os dentes.
Dicas para as refeições Aprenda a gostar da bagunça! Estimule a independência de seu filho de 18 meses deixando-o comer sozinho; assim, ele aprenderá a usar utensílios e xícaras. O babador ajuda a proteger as roupas da criança e você pode usar um tapete de plástico embaixo do cadeirão. Caso contrário, acostume-se à bagunça das refeições! E não se esqueça de trocar aquela roupa limpinha na hora da refeição.
Ao mesmo tempo, não tolere que seu filho jogue comida para o alto. Se ele já parou de comer e começa a jogar comida para o alto, é porque a fome já passou. Tire-o do cadeirão e não tente "empurrar" mais comida.
2 anos
Aos 2 aninhos, seu filho ainda não come muito, mas é extremamente observador. Por isso, pode estar apenas imitando você. Oferecer alimentos nutritivos e comer bem em sua presença são as duas melhores maneiras de ensiná-lo a se alimentar adequadamente. Mas tome cuidado para que ele não adquira seus maus hábitos. Agora seu ritmo de crescimento é menor do que era. Por isso ele não precisa de tanta comida quanto imaginamos. Além disso, ele gosta de escolher o que vai comer, onde, quando e em que prato. Pode optar por grandes "comilanças" de um único alimento e depois, sem mais nem menos, rejeitá-lo.
Não comece a brigar Se você aceitar esses hábitos, sem questioná-los, acriança acabará esquecendo. Entretanto, se insistir em fazer as coisas ao seu modo, só estimulará a batalha. Você jamais sairá vencedora. Basta oferecer alimentos nutritivos. Não importa se, durante algum tempo, ela só coma um determinado alimento. Não pergunte o que quer comer. É poder demais para uma pessoinha tão pequena. Você é quem escolhe. Lembre-se de que há diversas opções de alimentos razoáveis e atraentes para as crianças nessa idade.
Seu filho deve sentar-se à mesa para as refeições. As pessoas que comem sempre na mesma hora, no mesmo lugar, em geral são mais nutridas e têm melhor forma física. Desde cedo, crie esse bom hábito. Criança não deve comer no carro, na cama nem na frente da televisão. Se ela não gosta muito de leite, dê-lhe cálcio sob a forma de queijo ou iogurte. Elimine a mamadeira.
Brigas na hora da refeição! Se seu filho de dois anos recusa-se a comer tudo que você coloca à sua frente, vocês dois iniciaram uma guerra alimentar e, nesse caso, não adianta confrontá-lo. Experimente os seguintes métodos:
  • Tire-o da mesa e tente novamente em algumas horas, na próxima refeição.
  • Comece com um lanche nutritivo, como queijo, biscoito salgado ou uma fruta. Coloque em uma bandeja e junte-se a ele. Mas não fique olhando, esperando ele comer.
  • Se, mesmo assim, ele continuar se recusando a comer, tire-o novamente da mesa e pare de se preocupar. Criança saudável não morre de fome, nem mesmo nessa idade. Relaxe: ele estará pronto para comer na próxima refeição.
Pergunte à babá ou ao pessoal da creche quando e o que seu filho come durante o dia. Se a alimentação não for adequada, discuta com a babá ou com quem toma conta dele. Se a creche não puder oferecer o que seu filho precisa, ofereça-se para mandar as refeições de casa. Mas não se preocupe demais. As crianças aprendem a viver em ambientes diferentes e sua alimentação pode variar muito. Se possível, almoce com seu filho de vez em quando.
3 anos
Embora seu filho de três anos tenha idéias muito definidas sobre o que quer comer, a essa altura ele estará muito mais disposto a experimentar novos alimentos do que estava aos dois anos. Provavelmente gostará de alguns alimentos por causa de sua cor e forma e pode insistir em uma determinada arrumação da comida no prato. Além disso, gosta de ajudar na cozinha, desde que você seja paciente com suas limitadas habilidades. A relutância em aceitar alimentos apresentados de forma nova ou interessante, em um prato especial ou de forma inesperada, pode desaparecer. Portanto, chegou a hora de usar a inteligência e divertir-se junto com seu filho.
criança de três anos aprende muito sobre alimentação e socialização à mesa, com os familiares. Estudos mostram que crianças que fazem, pelo menos, uma refeição por dia com a família, têm um vocabulário melhor. Seu filho deve adquirir o hábito de fazer as refeições à mesa junto com o resto da família, não na frente da televisão. Desligue a televisão. A hora da refeição é sagrada. As refeições devem ser realizadas em horários regulares, sempre no mesmo lugar, na mesa da cozinha ou da sala de jantar.
Aos três aninhos, ela já está pronta para aprender boas maneiras à mesa. Ensine a dizer "por favor", "obrigado" e "posso?". Ela pode derramar um pouco de comida, mas não o prato todo. Pode e deve ajudar a colocar a mesa. Provavelmente, gostará dos hábitos e rituais das refeições em família.
Isto é, se você conseguir atraí-la à mesa. Nessa idade, a criança está tão ocupada brincando e não gosta de ser interrompida. Mas isso não é motivo para permitir que ela faça as refeições andando pela casa, com você atrás. Os alimentos fáceis de comer e de carregar têm alto teor de sal, gordura e açúcar. Não pergunte o que ela quer para o jantar. É muito poder para acriança. Cabe a você decidir o que fará para o jantar; cabe a ela comer. Não discuta com uma criança de três anos.

Aqui estão alguns pontos importantes que devem ser lembrados nessa fase da criança:
  • É muito comum a criança ter prisão de ventre. Em geral, a constipação é causada pelo excesso de laticínios e pela carência de frutas, vegetais e água. Se seu filho tem dificuldade para evacuar fezes endurecidas ou costuma ficar um ou dois dias sem evacuar, mude sua alimentação imediatamente. Se o problema não se resolver em um ou dois dias, ligue para o pediatra. Se o problema persistir, seu filho pode relutar em usar o banheiro.
  • Tome as medidas necessárias para tirar a mamadeira do seu filho, se ainda não tiver tirado. Nessa idade, a mamadeira pode causar danos aos dentes ou levar a criança a tomar leite ou suco demais, dificultando o aprendizado de hábitos alimentares adequados em casa ou na escola.
  • Não use alimentos como recompensa para o bom comportamento. Estudos mostram que este padrão acaba ocasionando a redução da quantidade de comida ingerida e longas batalhas. Recorra a outros métodos de recompensa, como os adesivos que as crianças dessa idade simplesmente adoram.
  • É uma boa idéia evitar alimentos como bala, chiclete, amendoim e nozes, que podem se alojar na traquéia da criança, sufocando-a.
  • Televisão não combina com refeição. Comer na frente dela faz com que seu filho desenvolva hábitos alimentares errados, além de prejudicar a interação familiar. A criança acaba sendo influenciada por comerciais que estimulam hábitos alimentares pouco saudáveis.
  • Tenha sempre em casa pão, biscoito salgado e macarrão. Eles podem funcionar como último recurso.
Dicas para as refeições Prepare minipizzas com seu filho! Coloque vegetais, carnes nutritivas ou até sobras do dia anterior por baixo do queijo derretido. Pegue uma fatia de pão, coloque os vegetais picados ou amassados, frango desfiado ou um ovo cozido cortado em pedacinhos. Coloque molho de tomate por cima e, por fim, queijo. Seu filho vai adorar essa pizza, principalmente se ajudar a prepará-la.
Use fôrmas de fazer biscoito para preparar sanduíches originais! Recheie-os com doce de leite, cream cheese, geléia, pasta de atum, carne ou ovo cozido. Deixe que seu filho corte o sanduíche na forma desejada; a diversão será ainda maior!"

{via Pampers}