sexta-feira, 11 de abril de 2014

Ikesaki Galvão Bueno X Ikesaki Avenida Liberdade

Sou do tempo (pausa dramática para minha DNA...rsrsrs) que existia só a Ikesaki da Rua Galvão Bueno. Ai, como eu gosto de falar sobre a Ikesaki e o bairro da Liberdade.

Mas então...para quem não conhece São Paulo (ou que conhece, mas vai pouco à Liberdade) eu queria falar algumas coisas sobre as duas primeiras Ikesakis (a da Rua Galvão Bueno e a da Avenida Liberdade).



Essa da foto aí em cima é a da Galvão Bueno, que vou desde sempre e amo (apesar daquele monte de marido pendurado nas prateleiras, daquelas pessoas que vão lá sem vontade e acabam atrapalhando as apaixonadas por andar e comprar nessa unidade da Ikesaki, como eu).

Bom, não vou enrolar muito e contarei uns segredos dessa loja. Aqui tem um mundo de esmaltes, MEEESSMO, que não vi em nenhuma das outras lojas que eu conheço (conheço essa, a da Av. Liberdade, a do Shopping Tucuruvi e a de Santo André). Nessa unidade, inclusive tem uma boa gama de cores dos esmaltes OPI, que não tem na de Tucuruvi, por exemplo (na de Tucuruvi tem, já nas outras não vi a marca).

E algo que achei bastante interessante foi a diferença de preço nos produtos da Deva (o querido do momento para cabelos cacheados e crespos). Na loja de Tucuruvi, o famoso Ángell eu vi por mais de R$ 40,00...na da Galvão Bueno eu paguei R$ 26 dinheiritos (vi essa diferença de preço em toda a linha, entre as duas lojas)



Essa da foto ai em cima é a Ikesaki Avenida da Liberdade. É uns 5 minutos andar de uma pra outra, super perto. Mas sinceramente, de coração, como cliente de longa data...não me senti à vontade ainda nessa unidade da loja. Não sei...acho as funcionárias meio mal humoradas, meio de cara fechada, meio "Nimbus" (o da histórinha do maurício de Souza, com aquela nuvenzinha cinza em cima da cabeça). Ai...sem contar que tem que subir, subir, subir, pra chegar no andar legal. 

Pra não dizer que não gostei de nada de lá, gosto da disposição dos produtos da Fingrs. É tudo tão arrumadinho, tão em ordem, tão rosa. Mas assim, nem os corredores mais espaçosos me convencem muito á ir lá. Eu gostava mais do restaurante que existia no lugar e eu almoçava com a minha mãe quando íamos juntas ao bairro da Liberdade.

Preço de produtos de cabelo não sei o diferencial, porque só passei lá até hoje, correndinho, pra pegar algum esmalte que eu queria muito e só.

Agora falando sobre as colaboradoras/vendedoras de todas as lojas.

Galvão Bueno: É um paraíso, não incomodam ninguém, ficam perto dos produtos e atendem quando a cliente precisa e pergunta.

Avenida Liberdade: dá impressão de que é um favor se não perguntarmos nada pra elas. E é isso...

Santo André: não sei...mas nas quatro vezes que entrei na loja, no período que trabalhei numa agência de publicidade lá, o que senti é que as colaboradoras/vendedoras são umas fofas, mas algumas são meio perdidas. Talvez seja porque têm muitos andares e cada escada rolante vai pra um lado. 

Numa das vezes fui comprar a queratina da KeraMaxx e perguntei pra duas promotoras da marca. Elas falaram pra eu procurar no outro corredor, porque não tinham visto, não sabiam se o produto estava em falta. fui até o outro corredor, mas voltei, encafifada...e não é que o display com queratina líquida estava bem na frente de uma das mocinhas que disse que não sabia, não tinha visto, não fazia idéia?!

Shopping Metrô Tucuruvi: Chatice define. A gente não pode respirar perto de uma gôndola, que já vem correndo uma colaboradora/vendedora perguntando se desejamos algo. Daí se temos a infeliz idéia de dizer que sim (vai, por exemplo, que estou procurando a queratina líquida da KeraMaxx) ela leva a gente até o produto que falamos, mas...de uma marca completamente diferente. Elas querem promover o produto da empresa que estão trabalhando, mas dá a impressão de que estamos sendo vigiados enquanto andamos pela loja. Ou eu vou de fone de ouvidos uo eu vou rapidinho...me cansa isso, dessa "pressão".

Bom, é isso. Separe seu sapatinho mais confortável pra bater perna pelo paraíso dos cosméticos.

*opinião expressa como cliente costumeira da loja, não é publieditorial

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